Colômbia detém 72 supostos membros das Farc e paramilitares

Os detidos tinham ordens de captura, por crimes como terrorismo, homicídio, narcotráfico e rebelião

Efe,

31 de agosto de 2007 | 05h09

A polícia, o Exército e a Promotoria da Colômbia prenderam na quinta-feira, 31, 42 supostos guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Além disso, 30 pessoas, entre elas 11 policiais, foram detidos acusadas de formar uma quadrilha que apoiava esquadrões paramilitares de direita, informaram fontes oficiais. Os 42 detidos nos departamentos de Antioquia, Tolima e Caldas são acusados de pertencer à frente 47 das Farc. A polícia explicou que a célula insurgente é dirigida pela guerrilheira Nelly Ávila Moreno, conhecida como Karina, cuja captura foi pedida pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, devido à sua periculosidade. Os detidos tinham ordens de captura, por crimes como terrorismo, homicídio, narcotráfico, rebelião, desaparecimento e deslocamento forçado. Em Barranquilla, no norte do país, a polícia prendeu 30 acusados de pertencer à quadrilha Los 40, ao serviço do líder paramilitar Miguel Villarreal, conhecido como Salomón, disse um porta-voz policial. Ele acrescentou que entre os detidos há 10 homens e uma mulher da polícia, um integrante do Corpo Técnico de Pesquisas da Promotoria e o advogado Carlos Gutiérrez Cortés.

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