Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Estadão Digital
Apenas R$99,90/ano
APENAS R$99,90/ANO APROVEITE

Colômbia e Brasil avançam em cooperação para soltar reféns

Governo brasileiro vai oferecer helicópteros adequados e tripulação para a missão humanitária

Efe,

27 de janeiro de 2009 | 05h54

O governo colombiano conversou na segunda-feira, 26, com a Cruz Vermelha, a senadora Piedad Córdoba e o embaixador brasileiro Valdemar Carneiro Leão sobre a libertação de seis reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). A reunião permitiu "avançar em vários aspectos" a cooperação entre os dois países. Veja também:Brasil servirá de base para missão de resgate a reféns das FarcPor dentro das Farc Histórico dos conflitos armados na região   O porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Yves Heller, leu um comunicado em que afirma que o Brasil confirmou sua disposição de oferecer helicópteros adequados e tripulação para a missão humanitária. A reunião contou com a presença do chefe da delegação do CICV na Colômbia, Christophe Beney, dois delegados da organização, além dos membros da ONG Colombianos pela Paz. O encontro se realizou na sede da Cruz Vermelha no norte de Bogotá e durou mais de duas horas. "A reunião aconteceu em um ambiente construtivo e positivo e se concentrou nos aspectos logísticos da missão humanitária, tal como os meios de transporte que serão usados para efetuar o resgate dessas pessoas", diz a mensagem. Segundo a nota, os helicópteros brasileiros levarão o emblema do CICV, que se encarregará de obter todas as garantias de segurança "e coordenar a organização logística para a missão". "Na reunião, o governo colombiano, de seu lado, reiterou as garantias de segurança para a realização da missão", afirmou Heller. Heller disse ainda que na reunião as partes se comprometeram a seguir avançando com "maior rapidez" para realizar e concluir com sucesso a operação. "O CICV reitera a importância da discrição e da gestão prudente da informação para assegurar o sucesso da libertação", ressaltou. As Farc anunciaram em dezembro passado sua decisão de entregar seis seqüestrados e pediram que o processo fosse conduzido pela senadora Córdoba com ajuda de outro país que não seja a Colômbia.

Tudo o que sabemos sobre:
ColômbiaBolíviaFarc

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.