Colômbia e EUA assinam polêmico acordo militar, diz fonte

Colômbia e Estados Unidos firmaram nesta sexta-feira o polêmico acordo que permite o acesso de militares norte-americanos a sete bases colombianas para realização de operações contra o narcotráfico e terrorismo, afirmou uma fonte da embaixada dos Estados Unidos.

REUTERS

30 de outubro de 2009 | 10h52

O pacto foi firmado entre o chanceler colombiano, Jaime Bermúdez, e o embaixador norte-americano em Bogotá, William Brownfield.

A decisão da Colômbia de assinar o convênio com Washington gerou polêmica na região e crítica dos presidentes Hugo Chávez, da Venezuela, Evo Morales, da Bolívia, e Daniel Ortega, da Nicarágua.

Atualmente 800 militares e 600 contratados norte-americanos possuem autorização para permanecer na Colômbia apoiando as operações contra o narcotráfico e a guerrilha esquerdista, número que se manterá com o convênio.

Os Estados Unidos são o principal aliado da Colômbia na luta contra o narcotráfico e os grupos armados ilegais vinculados a essa atividade e desde o ano 2000 forneceu mais de 6 bilhões de dólares a Bogotá.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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