Conspiração para matar Correa é denunciada no Equador

Aliado faz alerta para supostos atentados articuladados por organizações de direita

Efe

21 de janeiro de 2008 | 03h28

O líder esquerdista do Equador Luis Villacís denunciou no domingo, 20, uma suposta conspiração para assassinar o presidente do país, Rafael Correa. A atividade teria sido organizada por grupos de direitas.   Villacís, eleito no sábado, 19, diretor do Movimento Popular Democrático (MPD), e aliado do Governo, disse à emissora de TV "Ecuavisa" que a oposição de direita organizou uma conspiração que, supostamente, incluiria atentados contra Correa. "Esta conspiração é liderada, indubitavelmente, pelo Partido Social Cristiano (PSC)", cujo líder é o prefeito da cidade de Guayaquil, Jaime Nebot, assegurou Villacís, que não apresentou provas de suas acusações.   O líder esquerdista acusou ainda outros grupos opositores como o Partido Renovador Institucional de Ação Nacional (Prian) e o Partido Sociedade Patriótica (PSP).   O Prian é uma legenda liderada pelo magnata das bananas Álvaro Noboa, enquanto o PSC é dirigido pelo ex-presidente equatoriano Lúcio Gutiérrez. Villacís assegurou que o MPD defenderá o governo e disse que seu apoio se deve à defesa do socialismo apregoado por Correa.   O presidente equatoriano também comentou sobre uma suposta conspiração da direita contra seu governo, mas não chegou a mencionar, de forma explícita, a possibilidade de um atentado.

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