Construtora Queiroz Galvão propõe passar obra na Bolívia à OAS

A construtora Queiroz Galvão, uma das maiores do Brasil, apresentou uma proposta para transferir para a também brasileira OAS a responsabilidade pela construção de um projeto viário de 226 milhões de dólares na Bolívia, disse na quinta-feira a Administração Boliviana de Estradas (ABC), um órgão estatal. As obras na estrada de mais de 400 quilômetros ligando Potosí a Tarija, no sul da Bolívia, estão paradas desde que o governo rescindiu contrato com a Queiroz Galvão, em 2007, alegando irregularidades e rachaduras na pista. "(A proposta) chegou ontem (quarta-feira), e estamos analisando para ver em certa medida se a carta, convênio ou contrato nos favorece", disse na quinta-feira a presidente da ABC, Patrícia Ballivián. "O que a empresa (Queiroz Galvão) propôs é um cesse de contrato que é factível, mas a ABC solicitou saber o marco de responsabilidade, entre privados e do terceiro para resguardar a obra, esse é o convênio que chegou ontem." Ela acrescentou que a ABC exigirá que o contrato seja mantido sob a modalidade "chave na mão", com os mesmos preços e prazos, e que as obras devem começar até março.

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