Cruz Vermelha pede às Farc para agilizar liberação de jornalista

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha pediu nesta sexta-feira que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) definam a data e o lugar para a libertação do jornalista francês Romeo Langlois, sequestrado na Colômbia, após o presidente da França ter nomeado um representante para participar do processo.

REUTERS

18 Maio 2012 | 11h32

O grupo guerrilheiro de esquerda anunciou no domingo a intenção de libertar o jornalista, que foi sequestrado no final de abril no sul do país, e solicitou a criação de uma comissão integrada pela organização humanitária, a ex-senadora colombiana Piedad Córdoba e um delegado do presidente francês, François Hollande.

"Confirmamos as informações fornecidas pela Embaixada da França segundo a qual um emissário do presidente Hollande está pronto para participar da libertação e, portanto, estamos esperando que nos comuniquem o dia e a hora em que vai ocorrer", afirmou Daniel Muñoz, representante da Cruz Vermelha na cidade de Florencia, capital do Departamento de Caquetá.

A embaixada da França em Bogotá não quis revelar o nome do delegado do governo, que foi convocado para participar do processo de libertação.

Langlois, de 35 anos, foi dado como desaparecido pelo governo da Colômbia em 28 de abril, após ser preso em meio a combates entre tropas do Exército e os rebeldes das Farc em uma área de selva do Departamento de Caquetá, no sul da país.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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