Cuba libertará outros três prisioneiros políticos

Cuba enviará mais três prisioneiros políticos à Espanha, informou a Igreja Católica neste domingo, aumentando a lista de opositores presos que já foram libertados.

REUTERS

10 de outubro de 2010 | 09h40

Os três prisioneiros que serão soltos passam a integrar a lista que soma 52 pessoas que receberam do governo o direito à liberdade, em um acordo com a igreja anunciado em julho, disse um ativista de direitos humanos.

"Evidentemente, hoje teve início uma segunda fase no processo de libertação de oponentes que não integram o grupo de 52 (pessoas)", disse o membro da comissão cubana de direitos humanos Elizardo Sanchez.

O presidente cubano, Raul Castro, tem demonstrado intenção de acabar com a controvérsia sobre prisioneiros políticos que tem marcado as relações internacionais de Cuba durante anos, principalmente depois que 75 dissidentes foram presos em 2003, em um ato de repressão.

No acordo firmado com a Igreja Católica em julho, o presidente cubano concordou em libertar 52 dissidentes que permaneciam presos desde então e a igreja disse que ele gostaria de libertar todos os demais.

(Por Nelson Acosta)

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