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AP Photo/Ivo Salinas
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Dois estudantes são mortos a tiros após protesto no Chile

Os dois universitários, com idades entre 18 e 25 anos, foram aparentemente mortos por um morador irritado depois que os dois teriam pichado a parede de seu prédio

O Estado de S.Paulo

14 de maio de 2015 | 20h00

VALPARAÍSO, CHILE - Dois estudantes foram mortos a tiros na cidade portuária de Valparaíso, no Chile, nesta quinta-feira, 14, à tarde, após uma marcha de protesto mais cedo. A manifestação, segundo a polícia à imprensa local, era contrária aos projetos de reforma da educação apresentados pelo governo da presidente Michelle Bachelet. 

Os dois estudantes universitários, com idades entre 18 e 25 anos, foram aparentemente mortos por um morador irritado depois que os dois teriam pichado a parede de seu prédio, informou a imprensa, citando a polícia dizendo que o atirador tinha sido preso. 

O incidente provocou indignação entre ativistas estudantis, que fazem manifestações regulares exigindo uma educação mais barata e de melhor qualidade na sociedade profundamente desigual do Chile. Às vezes, esses atos acabam em confronto com a polícia. 

"Poderia ter sido qualquer um de nós", disse no Twitter Giorgio Jackson, que ficou famoso como líder estudantil e agora é deputado. "É um sintoma de uma sociedade doente e individualista, que valoriza uma parede mais do que a vida de dois jovens."

Os alunos disseram que pretendiam realizar uma vigília nesta quinta-feira à noite em Valparaíso, que está cerca de 120 quilômetros a oeste da capital, Santiago. / REUTERS                

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