'É muito cedo para estimar número de mortes', diz diplomata

Embaixador do Haiti nos EUA diz que não há como prever quantas pessoas morreram com o terremoto da terça

Associated Press,

13 de janeiro de 2010 | 13h07

O embaixador do Haiti nos EUA disse nesta quarta-feira, 13, que "não há como estimar" as mortes decorrentes do terremoto de magnitude 7 que atingiu o país centro-americano na terça-feira e que seria muito cedo para fazê-lo.

 

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Em entrevista para o canal ABC, Raymond Joseph disse que "está convicto de que enfrentaremos um desastre de grandes proporções". Questionado sobre a principal necessidade dos haitianos no momento, o embaixador respondeu dizendo que seria "um navio-hospital na costa do país" para suprir a falta de unidades médicas em operação.

 

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Joseph disse é muito cedo para dizer quantas pessoas morreram por conta do tremor. O embaixador, porém lembrou que o sismo ocorreu depois do horário de trabalho da maioria dos haitianos e que isso fez com que menos pessoas sofressem.

 

O ex-presidente dos EUA Bill Clinton, enviado especial da ONU para o Haiti, disse por meio de comunicado que "suas preces estão com o povo do Haiti" e que "seu gabinete na ONU e o resto dos departamentos da entidade estão monitorando a situação e estão comprometidos em fazer tudo o que puderam para ajudar os haitianos em seus esforços de recuperação e reconstrução".

 

Equipes de várias áreas dos EUA, inclusive dos departamentos de Defesa e de Segurança Doméstica, estão se mobilizando para ajudar as vítimas do terremoto. Rajiv Shah, administrador da Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA, disse que uma equipe especializada em desastres partirá para o país ainda nesta quarta.

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