Jaime Saldarriaga/ REUTERS - 16/7/2013
Jaime Saldarriaga/ REUTERS - 16/7/2013

ELN ataca batalhão do Exército na Colômbia com explosivos

Presidente Iván Duque acusa Venezuela de proteger líderes da organização responsável pelo ataque

EFE, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2019 | 01h08

Bogotá - Um batalhão do Exército da Colômbia na fronteira com a Venezuela foi atacado com explosivos no sábado, 27, pela guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN), deixando três pessoas feridas e vários danos materiais.

"Foram jogados explosivos nas instalações do batalhão militar do município de Saravena, departamento de Arauca, os quais caíram nas casas onde vive pessoal não combatente, ato que reprovamos e condenamos energicamente", informou o Ministério da Defesa em comunicado.

Segundo testemunhas, aproximadamente seis cargas explosivas caíram sobre as casas das instalações do Exército e destruíram tetos e janelas.

Saravena, juntamente com Fortul, Tame e Arauquita, faz parte de uma área na qual atua a Frente de Guerra Oriental do ELN, um dos mais sanguinários da guerrilha, que atacam oleodutos que saem ou passam pela região.

O presidente Iván Duque classificou o novo ataque em Saravena como "um ato miserável e canalha". "Esse é um ato terrorista contra as instalações dos heróis da Colômbia e eu quero expressar que rejeitamos contundentemente esse ato de terror, novamente planejado a partir do território venezuelano, onde estão muitos dos líderes dessa organização, protegidos pela ditadura da Venezuela", declarou Duque.

O presidente acrescentou que as autoridades vão continuar enfrentando o ELN "com toda a força do Estado, para desarticular suas redes de financiamento, de terrorismo e de narcotráfico

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