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ELN divulga outra prova de vida de 3 policiais e um militar sequestrado

Os reféns foram sequestrados pela guerrilha no dia 2 de agosto no departamento do Chocó, na fronteira com o Panamá

EFE

19 Agosto 2018 | 00h36

BOGOTÁ - O Exército de Libertação Nacional (ELN) divulgou neste sábado, 18, duas fotografias nas quais aparecem três policiais, dois civis e um militar, os quais essa guerrilha sequestrou no dia 2 de agosto no departamento do Chocó, na fronteira com o Panamá.

Nas imagens divulgadas pela imprensa local se pode ver os seis homens vestidos com camisetas e calças de diferentes cores.

Uma das fotos mostra três homens sentados em um assento fabricado com paus, enquanto os outros três estão de pé, no meio de uma espessa floresta.

No dia 7 de agosto, na sua cerimônia de posse, o presidente colombiano, Iván Duque, disse que analisaria em seus primeiros 30 dias de mandato a situação dos diálogos com o ELN para tomar decisões.

Duque pediu recentemente ao ELN que liberte "de maneira rápida e incondicional os sequestrados se tem verdadeira vontade de desmobilização, desarmamento e reinserção".

O Governo do então presidente colombiano Juan Manuel Santos começou, em fevereiro de 2017, conversas de paz em Quito.

No entanto, os diálogos foram levados para Havana em maio passado, depois que o presidente equatoriano, Lenín Moreno, retirasse seu país como fiador e sede do processo de paz.

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Segundo a "Caracol Radio", nas fotos publicadas hoje estão o soldado profissional Jesús Alberto Ramírez Silva, os policiais Luis Carlos Torres Montoya, Yemilson Gómez Correa e Wílber Rentería, além dos dois empreiteiros, dos quais não se conhecem suas identidades.

Todos eles se deslocavam em um bote pelo rio Arquía que navegava entre Vidrí, no departamento de Antioquia (noroeste), e Quibdó, capital do Chocó (oeste), quando foram sequestrados na aldeia de Tagachí, que faz parte de Quibdó.

Esta é a segunda prova de sobrevivência que se conhece das seis pessoas sequestradas. A primeira, um áudio, foi divulgada na quarta-feira passada através do qual os sequestrados pedem ao Governo para intermediar por sua liberdade. /EFE

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