'Em nenhum momento traí as Farc', diz carcereiro de Ingrid

'César', líder das Farc preso na libertação dos reféns, reitera que operação foi 'resultado da inteligência'

Agências internacionais,

15 de julho de 2008 | 14h45

Um dos líderes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) negou nesta terça-feira, 15, que tenha "traído" a guerrilha durante a operação de resgate de Ingrid Betancourt e outros 14 reféns no dia 2, informou o jornal espanhol El País em sua edição online.   Veja também: O drama de Ingrid Por dentro das Farc  Histórico dos conflitos armados na região    Cronologia do seqüestro de Ingrid Betancourt Leia tudo o que foi publicado sobre o caso Ingrid Betancourt O seqüestro de Ingrid Betancourt    Comentando a ação de libertação do Exército colombiano, na semana passada o comando das Farc declarou que o resgate foi conseqüência direta da desprezível conduta dos guerrilheiros "César" e "Enrique Gafas", que traíram seu compromisso revolucionário e a confiança neles depositada."   De acordo com o advogado de Gerardo Antonio Aguilar - conhecido como "César" -, Rodolfo Ríos, o rebelde afirmou a um investigador colombiano que "em nenhum momento traiu as Farc."   "Todo mundo sabe que (o resgate) foi produto da inteligência militar avançada, sobretudo na interceptação das comunicações telefônicas", declarou o guerrilheiro preso, segundo o El País.   Os dois rebeldes eram responsáveis pelo grupo de reféns e foram detidos na operação. Na semanada passada, autoridades americanas pediram a Colômbia a extradição da dupla, sob acusações de seqüestro e terrorismo.

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