Embaixador dos EUA exige provas de vida de reféns das Farc

Chávez negocia com o grupo a troca de seqüestrados por 500 guerrilheiros presos

Efe,

22 de novembro de 2007 | 02h16

O embaixador dos Estados Unidos na Colômbia, William Brownfield, criticou nesta quarta-feira, 21, a falta de provas de vida dos reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), entre eles três americanos, apesar das gestões do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Brownfield, que era embaixador em Caracas e chegou a Bogotá há dois meses, comentou a missão que Chávez desenvolve desde agosto, a pedido do presidente colombiano, Álvaro Uribe. Ele negocia com as Farc a libertação de 45 reféns. "Estamos há dois meses e 22 dias neste processo e ainda não vimos nenhuma prova de vida. Não houve nenhuma visita, nenhum acesso", disse o embaixador americano aos jornalistas. As Farc querem trocar os seqüestrados por 500 guerrilheiros presos. Para o embaixador dos EUA, os rebeldes já deveriam ter apresentado evidências sobre os reféns.

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