Empresário promete US$ 300 mi para educação na AL

Magnata mexicano Carlos Slim, o mais rico do mundo, quer construir escolas em regiões marginalizadas

PABLO GARIBIAN, REUTERS

03 de agosto de 2007 | 09h01

O magnata mexicano Carlos Slim, criticado por ser o homem mais rico do mundo em um lugar onde vivem milhões de pobres, desembolsará mais de US$ 300 milhões para construir escolas em regiões marginalizadas do México e depois expandirá o projeto pela América Latina."Vamos começar no México", disse Slim na quinta-feira, 2, em reunião com correspondentes estrangeiros. "Isso também é para Argentina, Brasil, todos os países" latino-americanos, acrescentou.Slim, controlador da América Móvil, afirmou que deseja estimular a lógica e a matemática desde cedo, além da educação digital. Por isso, garantiu que investirá ainda este ano outros US$ 70 milhões em 250 mil computadores portáteis de baixo custo.No ano que vem, calcula que distribuirá mais de um milhão de computadores na região -- em escolas, casas de estudo e bibliotecas públicas.Slim iniciará o projeto em zonas marginalizadas do Estado de Chiapas ou da periferia da capital do México e depois continuará provavelmente na América Central.O empresário de 67 anos tem fortuna estimada em 68 bilhões de dólares.Recentemente, ele desbancou Bill Gates, fundador da Microsoft, na lista dos homens mais ricos do mundo. Segundo a revista Forbes de abril, Slim superou também em riqueza o investidor norte-americano Warren Buffet.

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