Equador desmente libertação iminente de Ingrid Betancourt

Agência de notícias internacional afirmara que ministro havia anunciado a libertação de Betancourt

REUTERS

07 de março de 2008 | 17h12

O presidente do Equador, Rafael Correa, desmentiu na sexta-feira que seu governo teve indícios de que as Farc estavam prestes a libertar a refém e ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt nas próximas horas.   Veja também: Exército colombiano mata 2.º líder das Farc em uma semana Ataque às Farc fracassaria se Equador fosse avisado, diz Uribe Equador anuncia prisão de 5 membros das Farc Dê sua opinião sobre o conflito   Por dentro das Farc  Entenda a crise   Histórico dos conflitos armados na região   'É possível que as Farc se desarticulem'   A negação de Correa aconteceu em resposta a uma informação de uma agência de notícias internacional que afirmara que o ministro da Segurança do Equador, Gustavo Larrea, havia anunciado a libertação de Betancourt, em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) desde 2002.  "Já está desmentida essa notícia", disse Correa num encontro presidencial na República Dominicana.   Na reunião da Cúpula do grupo Rio, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou que recebeu provas de vida de seis reféns das Farc.   O Exército colombiano anunciou nesta sexta-feira, 7, que Iván Ríos, um dos sete secretários da liderança das Farc, foi morto em combates no centro oeste da Colômbia. A morte do mais jovem secretário das Farc é o segundo golpe na guerrilha em menos de uma semana, após a incursão do Exército colombiano que matou em território equatoriano Raúl Reyes, considerado o número dois da facção.

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