Equador firma acordo com EUA para combate ao narcotráfico

Equador e Estados Unidos assinaram nesta terça-feira três convênios para a luta contra o narcotráfico e o crime organizado, em uma demonstração de interesse de Washington em continuar apoiando a nação andina nessa questão apesar da retirada de uma base militar norte-americana do país.

REUTERS

25 de agosto de 2009 | 21h52

Os convênios -- um acordo de 7 milhões de dólares e duas cartas de entendimento -- são firmados no momento em que os EUa abandonam uma base militar em território equatoriano, onde por mais de uma década coordenava operações antidrogas na região.

"Os convênios representam a estreita cooperação bilateral entre Equador e Estados Unidos", disse a embaixadora norte-americana em Quito, Heather Hodges.

"Há alguns anos o governo tem cooperado estreitamente para evitar que o Equador se converta em uma base de operações para organizações delinquentes envolvidas com narcotráfico, lavagem de dinheiro e tráfico humano", acrescentou a diplomata, durante a cerimônia de assinatura dos acordos.

Os convênios buscam fortalecer a capacidade institucional de Equador para combater a produção e o tráfico de drogas, ampliar os investimentos em unidades de investigação.

Segundo chanceler do Equador, Fander Falconí, os acordos se "fundamentam no respeito aos interesses do povo".

A base militar que os EUA operavam no Equador será substituída por bases na Colômbia, em um pacto que despertou críticas e preocupação entre os governos da região.

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