Equador reconhece Estado palestino com fronteiras de 1967

País é o quarto da América do Sul a reconhecer Palestina, após Brasil, Argentina e Uruguai

Efe,

24 de dezembro de 2010 | 19h58

QUITO- O governo do Equador reconheceu nesta sexta-feira, 24, a Palestina como um Estado livre e independente, com as fronteiras de 1967, informou a chancelaria de Quito em um comunicado oficial.

 

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O presidente equatoriano, Rafael Correa, assinou hoje mesmo o "reconhecimento oficial do governo do Equador ao Estado Palestino como livre e independente, com suas fronteiras de 1967".

 

Correa fez o reconhecimento efetivo por meio de uma comunicação oficial dirigida ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e ao representante palestino nas Nações Unidas.

 

"Lamentavelmente, o Oriente Médio continua enfrentando guerras e eventos de violência que levaram à morte de muitas pessoas inocentes, situação que contrasta com a posição humanista e pacifista que a Constituição do Equador estabelece", acrescenta a informação oficial.

 

Ainda segundo o texto, o reconhecimento "procura reivindicar o válido e legítimo direito do povo palestino de contar com um Estado livre e independente", e "já foi legitimado pelas resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e a iniciativa árabe de paz adotada na Cúpula de Beirute, no ano de 2002".

 

Depois do Brasil, Argentina e Uruguai reconheceram o Estado palestino com as fronteiras existentes em 1967 neste mês.

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