EUA reiteram que Farc devem libertar todos os reféns

Declaração é resposta a artigo da agência Anncol que propõe troca de americanos por rebeldes extraditados

Efe,

30 de janeiro de 2008 | 03h28

O governo dos Estados Unidos reiterou nesta terça-feira, 29, que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) devem libertar de maneira "imediata e incondicional" todas as pessoas que mantêm como reféns. "Não apenas os três americanos, mas todos os seqüestrados em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) devem ser libertados imediata e incondicionalmente", afirmou Tom Casey, porta-voz do Departamento de Estado, em sua entrevista coletiva diária. O governo respondeu assim a um artigo da "Agência de Notícias Nova Colômbia" (Anncol), meio de comunicação com sede em Estocolmo e próximo às Farc que propôs uma troca dos três reféns americanos por dois rebeldes extraditados para os Estados Unidos. A Anncol disse que o destino dos três prestadores de serviço contratados pelo Pentágono e seqüestrados em fevereiro de 2003 pelas Farc depende da libertação dos guerrilheiros conhecidos como "Simón Trinidad" e "Sonia", extraditados para os EUA e condenados pela Justiça desse país. "Dá-me meus dois guerrilheiros. Toma teus três espiões. Dá-me e toma. Ou toma e dá-me", diz um texto publicado pela agência. Em resposta, Casey disse: "Exigimos a libertação de todos os reféns e sobre esta base continuaremos trabalhando com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, para alcançar este objetivo".

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