REUTERS/Marina Devo
REUTERS/Marina Devo

Familiares de vítimas revelam 'choque' com a aparição de submarino na Argentina

Após um ano desaparecido, o submarino ARA San Juan foi encontrado por uma empresa norte-americana, contratada pela Marinha argentina

O Estado de S.Paulo

17 Novembro 2018 | 09h55

Imediatamente após a notícia da descoberta do submarino argentino ARA San Juan, desaparecido por um ano no Oceano Altântico com 44 tripulantes da Marinha a bordo, os familiares das vítimas afirmaram neste sábado, 17,  estarem surpresos e  "muito chocados" com a aparição da embarcação. 

"É muito impactante. Graças a Deus eles estão em paz", disse Marta Vallejos, irmã de Celso, um dos tripulantes da Marinha argentina que viajavam na embarcação quando, em 15 de novembro de 2017, a comunicação foi totalmente perdida.

Os parentes estão reunidos em um hotel da cidade de Mar del Plata, onde o submarino tinha sua base e onde, curiosamente, na quinta-feira, foram realizadas homenagens em conjunto pelo aniversário do desaparecimento.

Pouco depois das 2h local (3h, em Brasília), o Ministério de Defesa e a Marinha da Argentina informaram que a companhia norte-americana Ocean Infinity havia achado o submarino a 800 metros de profundidade, após analisar um objeto de 60 metros de comprimento que tinha sido detectado previamente por sensores.

A empresa, que cobrará US$ 7,5 milhões pela operação, especificou que o submarino estava na Península Valdés, na Patagônia argentina, a cerca de 600 quilômetros da cidade de Comodoro Rivadavia. / EFE

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