Farc reafirmam que deputados morreram em fogo cruzado

Combate com facção rival não-identificada teria vitimado os reféns no dia 17 de junho, no sudoeste do país

Ansa,

03 de setembro de 2007 | 16h14

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) confirmaram nesta segunda-feira, 3, sua versão de como os 11 deputados, que foram mantidos como reféns e cujos corpos serão devolvidos, morreram. Em junho, a guerrilha afirmou que os políticos morreram durante um combate da facção com outro grupo armado, no sudoeste da Colômbia.   Chefe das Farc ligado a Beira-Mar morre na Colômbia     Segundo a guerrilha, na costa sul do Pacífico existem comandos, encapuzados, que se "mobilizam em helicópteros e lanchas", levando "armamento moderno e sofisticado". Estes militantes perguntariam à população civil sobre as Farc, afirmam. O grupo ainda não foi identificado.   Essa versão não foi aceita pelo governo, que assegurou que a morte dos deputados, no dia 19 de junho, foi resultado de um combate entre os próprios membros da guerrilha.   Segundo as Farc, o combate teria acontecido entre as 13h e as 18h do dia 17 de junho, um domingo, em um local chamado 'El Zorro'.   O grupo armado também reiterou que o Comitê Internacional da Cruz Vermelha já conhece as coordenadas do local onde estavam os corpos dos políticos.

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