Feira de Artesanato reúne 16 países em Cuba

O Fundo Cubano de Bens Culturais está empenhado em obras onde se misturem a identidade e a diversidade

EFE,

09 de dezembro de 2007 | 03h18

Artesãos cubanos e de outros 16 países, incluindo o Brasil, expõem a partir deste domingo, 9, suas obras na Feira Internacional de Artesanato (Fiart), que abriu suas portas com a passarela do projeto "Arte e Moda". O presidente do Comitê Organizador, Guillermo Solenzal, deu as boas-vindas aos criadores cubanos e aos provenientes de Brasil, Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, Guatemala, Indonésia, México, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana e Venezuela. Explicou que o Fundo Cubano de Bens Culturais está empenhado cada vez mais na promoção de obras onde se misturem a identidade e a diversidade no desenho contemporâneo. O ministro de Cultura da ilha, Abel Prieto, declarou à imprensa local a relevância da Feira como espaço vital para que os artesãos nacionais exponham suas obras. Além disso, ressaltou a transcendência do artesanato como expressão cultural dos povos e mencionou a importância de trabalhar para aumentar a representação estrangeira em futuras edições.

Tudo o que sabemos sobre:
CULTURAARTECUBA

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.