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García, do Peru, diz que tomará medidas contra Sendero Luminoso

O presidente do Peru, Alan García, pediu nesta segunda-feira calma frente aos recentes ataques de remanescentes de Sendero Luminoso na selva peruana, que nas últimas semanas deixaram cinco soldados mortos. Ele afirmou ainda que tomará medidas estratégicas na região.

REUTERS

07 de setembro de 2009 | 18h26

Na semana passada, uma sequência de ataques de rebeldes do Sendero Luminoso, que atuam em conjunto com o nacrotráfico, constrangeram o governo e militares, que perderam três soldados, um helicóptero, armas e até tiveram que abortar uma operação de resgate em meio a disparos da guerrilha.

Dentro do governo, funcionários de alto nível pediram que se declare zona de combate no Valle de los Ríos Apurímac y Ene (VRAE), floresta na região centro-sul do país em que estão concentrados os rebeldes.

Mas Garcia considera que ainda não seria necessário.

"Faríamos um imenso favor aos que matam um para aterrorizar 100 mil", disse o presidente, pedindo apenas calma à população.

Ele acrescentou que está sendo realizado um trabalho que envolve o serviço de inteligência policial e moderna tecnologia, com o objetivo de combater os rebeldes.

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