Guerrilheiro das Farc é condenado por morte de 119 pessoas

Martínez Quinto foi condenado a 36 anos de prisão por homicídio, rebelião e destruição de bens culturais

Efe,

15 de janeiro de 2008 | 01h26

Um juiz colombiano condenou a 36 anos de prisão Héctor Orlando Martínez Quinto, um suposto guerrilheiro acusado de participar de um ataque das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) a uma igreja em 2 de maio de 2002. Ataque matou 119 pessoas. O juiz de Quibdó, capital do departamento de Chocó, no oeste do país, condenou Martínez Quinto, conhecido como Panapanguero, pelo massacre de Bojayá. A localidade fica na selva de Chocó, 600 quilômetros a oeste de Bogotá. No local, os rebeldes das Farc enfrentaram paramilitares de direita das Autodefesas Unidas da Colômbia (AUC). Eles dispararam cilindros de gás com explosivos que atingiram a igreja do povoado, onde se escondiam as vítimas, em sua maioria crianças e mulheres. Martínez Quinto, apontado como um dos chefes da frente 57 das Farc, foi detido em Punta Arenas (Costa Rica), onde se passava por pescador, e extraditado à Colômbia em dezembro de 2006. Ele foi julgado por homicídio, rebelião, lesões pessoais e destruição de bens culturais, entre outros crimes.

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