Há 'clima positivo' para reeleição de Insulza na OEA, diz Chile

O governo do Chile disse nesta sexta-feira que há um "clima positivo" na América Latina para a reeleição de José Miguel Insulza como secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), apesar de apenas Brasil e Paraguai terem até agora formalizado seu apoio.

REUTERS

31 de julho de 2009 | 17h00

Insulza, um ex-ministro chileno, foi eleito como chefe da OEA em maio de 2005 por cinco anos.

De acordo com o governo chileno, a eleição do novo secretário-geral do organismo poderá ocorrer em fevereiro próximo, embora haja prazo até maio.

O chanceler chileno, Mariano Fernández, agradeceu o apoio público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição de Insulza, durante a visita da presidente do Chile, Michelle Bachelet, a São Paulo.

"Naturalmente, isso ajuda muito, dada a influência que tem o Brasil, a importância que tem o Brasil na América Latina", disse Fernández a jornalistas.

"Mas também corresponde a um clima bastante positivo que temos encontrado em praticamente muitos países da região, que, todavia, não se manifestaram de maneira tão nítida, porque ainda há um tempo para a eleição".

No entanto, o chanceler peruano, José Antonio García Belaunde, disse nesta sexta que ainda é muito cedo para seu país tomar uma decisão a respeito. "Não tomamos nenhuma decisão (...) e creio que é muito cedo para tomar uma decisão", afirmou García Belaunde a jornalistas.

(Por Rodrigo Martínez)

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