Honduras: governo de facto impede chegada diplomatas da OEA

O governo de facto de Honduras impediu neste domingo, 27, a entrada de quatro diplomatas da Organização dos Estados Americanos (OEA) no país. O órgão busca mediar uma saída para a crise institucional hondurenha, agravada pelo retorno a Tegucigalpa do presidente deposto, Manuel Zelaya.

Efe,

27 de setembro de 2009 | 17h56

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Oficiais de imigração do aeroporto de Tegucigalpa indicaram a Efe que a chegada dos diplomatas não foi permitida. Fontes de uma companhia aérea que trabalham em Honduras confirmaram que embarcaram quatro pessoas da OEA para um voo em San Jose, na Costa Rica.  Segundo fontes da mesma companhia aérea, um quinto diplomata conseguiu entrar em Honduras.

O Comitê para a Defesa dos Direitos Humanos em Honduras (CODEH) também confirmou a informação de que um grupo de diplomatas da OEA não recebeu permissão para entrar no país, mas também não soube fornecer mais detalhes sobre eles.

 

 A rádio "Globo" informou sobre o incidente e a entrada em Honduras de Bianca Micheletti, filha do presidente de fato do país,  Roberto Micheletti, que é funcionária da Embaixada hondurenha nos Estados Unidos.

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