Honduras pretende assinar acordo com o FMI até outubro

Presidente do BC hondurenho disse que não foram estabelecidas medidas tributárias adicionais

Efe

11 de agosto de 2010 | 03h14

TEGUCIGALPA - O governo de Honduras espera assinar em outubro um acordo econômico com o Fundo Monetário Internacional (FMI) após os "avanços" conseguidos na terça-feira, 10, com uma missão do organismo, após negociações iniciadas no último dia 2.

A ministra da Presidência de Honduras, María Antonieta Guillén, disse a jornalistas que nesta terça foram acertados com o FMI "acordos sobre os temas mais importantes sobre o que significa um programa econômico para o país".

A ministra compareceu na Casa Presidencial acompanhada da presidente do Banco Central de Honduras, María Elena Mondragón, e do ministro das Finanças, William Chong Wong.

A presidente do Banco Central enfatizou que, nas negociações, que continuarão em setembro, não foram estabelecidas medidas tributárias adicionais, além das duas já aplicadas pelo governo no primeiro trimestre do ano.

O ministro das Finanças também reiterou que o acordo que está sendo negociado com o FMI não inclui medidas adicionais além daquelas iniciadas pela a administração de Porfirio Lobo, que assumiu a presidência em janeiro.

Acrescentou que o acordo não foi assinado nesta terça "por que os documentos têm que ser revisados pelas diferentes unidades do Fundo Monetário para que façam suas observações".

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