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Martin Bernetti/AFP
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Índice de rejeição de Bachelet sobe a 64%, mostra pesquisa

Desaprovação alcançou o nível mais elevado no momento em que escândalos de corrupção afetam a confiança no governo da líder de centro esquerda e no sistema político

O Estado de S. Paulo

06 de maio de 2015 | 21h25

SANTIAGO - A desaprovação do desempenho da presidente do Chile, Michelle Bachelet, alcançou o nível mais elevado no momento em que escândalos de corrupção afetam a confiança no governo da líder de centro esquerda e no sistema político, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 6.

Em abril, 64% dos entrevistados disseram reprovar Bachelet, um aumento de três pontos porcentuais em relação ao mês anterior, segundo o instituto de pesquisa Gfk Adimark. Trata-se do índice de rejeição mais alto da presidente chilena, que ocupou o cargo entre 2006 e 2010 e voltou à presidência em 2014. A taxa de aprovação de Bachelet ficou na casa dos 31%  pelo segundo mês consecutivo em abril, uma mínima recorde em seus dois mandatos.

A mídia local vem dedicando grande cobertura aos recentes escândalos de financiamento de campanha, a maioria envolvendo políticos do partido de centro direita União Democrata Independente (UDI), que tem laços fortes com o falecido ditador Augusto Pinochet.Também surgiram acusações de que o filho da mandatária usou suas conexões políticas para ajudar sua mulher a obter um empréstimo bancário de US$ 10 milhões.

Na semana passada, Bachelet tentou pôr fim aos escândalos anunciando medidas para regulamentar o financiamento de campanha e estabelecendo uma data para a redação de uma nova Constituição.A pesquisa entrevistou 1.049 pessoas por telefone entre 7 e 29 de abril, com uma margem de erro de três pontos porcentuais. / REUTERS                

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