Ingrid agradece ao casal Kirchner por apoio na sua libertação

'Não conheço a presidente Cristina, mas é como se a conhecesse', disse a ex-refém da Farc a uma rádio

Ariel Palacios, de O Estado de S.Paulo

03 de julho de 2008 | 15h51

A ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt  agradeceu nesta quinta-feira, 3, à presidente Cristina Kirchner e o ex-presidente Néstor Kirchner pelas ações que realizaram para conseguir sua liberação. "Espero viajar em breve à Argentina para expressar meu agradecimento a todo o povo e à presidente Cristina Kirchner e o ex-presidente Néstor Kichner", disse Ingrid em declarações à Rádio 10, de Buenos Aires.   Veja também: Ingrid pede liga de países para libertar reféns Após 6 anos, Ingrid reencontra os filhos em Bogotá Uribe quer libertação de reféns para negociar  Chávez reitera apelo para que Farc deponham armas Ingrid Betancourt chega à França nesta sexta Americanos que estavam em poder das Farc chegam aos EUA Ouça o relato de Ingrid Betancourt (em espanhol) Para ex-líderes colombianos, negociar é única saída para Farc Quem são os ex-reféns libertados pela Colômbia O drama de Ingrid Por dentro das Farc  Histórico dos conflitos armados na região    Cronologia do seqüestro de Ingrid Betancourt Leia tudo o que foi publicado sobre o caso Ingrid Betancourt O seqüestro de Ingrid Betancourt    "Não conheço a presidente Cristina, mas é como se a conhecesse. Tanto ela como o ex-presidente Kirchner estiveram preocupados por nós. Agradeço muitíssimo". A presidente declarou que "a liberdade de Ingrid é uma vitória da vida".   Em seu discurso de posse, em dezembro passado, Cristina fez um apelo pelo fim do cativeiro de Ingrid. Foi a primeira vez que alguém realizou um pedido internacional pela liberação da ex-candidata durante um discurso de posse fora da Colômbia. A mãe de Ingrid, Yolanda Pulecio, foi a convidada especial da posse de Cristina.   Dias depois, no fim de dezembro, o ex-presidente Kirchner viajou à selva colombiana para participar de uma negociação de liberação de reféns em mãos da guerrilha das FARC. Mas, a missão, liderada pelo presidente venezuelano Hugo Chávez, concluiu em fracasso.

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