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Ingrid teria sido escoltada por mais de 200 rebeldes até médico

Sacertode afirma que até 300 guerrilheiros isolaram unidade de saúde em que refém recebeu atendimento

Agências internacionais,

28 de março de 2008 | 13h47

Entre  200 e 300 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) acompanharam a ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, em fevereiro, em sua ida a um posto de saúde do departamento de Guaviare, revelou um sacerdote da região. Segundo o defensor público colombiano, Vólmar Pérez, em entrevista à Rádio Caracol, a refém teria recebido atendimento ao menos duas vezes.     Veja também: Uribe autoriza troca de Ingrid por rebeldes das Farc Por dentro das Farc  Entenda a crise   Histórico dos conflitos armados na região      O sacerdote, Manuel Mancera, declarou ao informativo do canal de televisão RCN que entre 200 e 300 guerrilheiros isolaram o posto de saúde da pequena e selvática cidade de El Capricho, para que a refém pudesse receber atendimento médico. El Capricho é uma aldeia que pertence à jurisdição municipal de San José, capital do departamento de Guaviare, um território de forte presença das Farc.   Na quinta, Pérez ainda acrescentou que seu escritório tinha conhecimento de que Betancourt havia sido atendida em fevereiro em alguns postos de saúde de San José e El Retorno, localidades de Guaviare. Segundo as informações, Betancourt sofreria de leishmaniose e hepatite B. De acordo com os testemunhos do sacerdote Mancera e do defensor Pérez, Ingrid Betancourt teria sido atendida entre os dias 20 e 25 de fevereiro, no posto de saúde dessa localidade.   A franco-colombiana Ingrid foi seqüestrada em fevereiro de 2002 pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Num vídeo encontrado em mãos de guerrilheiros das Farc em outubro, ela aparecia muito magra e abatida.

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