Insulza pede América Latina para libertar reféns das Farc

Os países da América Latina e dohemisfério deveriam se unir para trabalhar pela libertação detodas as pessoas sequestradas pelas Forças ArmadasRevolucionárias da Colômbia (Farc), disse na quarta-feira osecretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA),José Miguel Insulza. Ele lembrou que, depois da libertação unilateral de duasreféns pelas Farc, ainda restam 774 pessoas sequestradas pelaguerrilha, algumas delas há anos. "Esses sequestros prolongados de pessoas são atropeloscontra a humanidade", disse Insulza durante reunião do conselhopermanente da OEA. "Acho que todos temos que reconhecer isso e trabalharmosunidos para que chegue ao fim", acrescentou. Insulza classificou a situação dos sequestrados como um doscasos "mais dramáticos" de violação aos direitos humanos nocontinente. Ele reiterou a disposição da OEA de trabalhar com ogoverno colombiano para que chegue a um acordo de paz com aguerrilha. As reféns Clara Rojas e Consuelo González foram libertadaspelas Farc num desagravo ao presidente venezuelano, HugoChávez, após o governo da Colômbia interromper a mediação deChávez que tentava a libertação de 45 reféns políticos. (Por Adriana Garcia)

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