Interpol mostra que Colômbia foi transparente, diz Uribe

Computadores apreendidos de Raúl Reyes demonstram ligação entre Chávez e as Farc

Efe,

16 de maio de 2008 | 04h05

O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, afirmou nesta quinta-feira, 15, que o relatório divulgado pela Interpol sobre os computadores apreendidos junto ao líder guerrilheiro Raúl Reyes demonstra que seu governo atuou com "transparência" e "boa vontade". "A Interpol disse de maneira contundente que a Colômbia não alterou os computadores e que a Polícia agiu com transparência, de acordo com os protocolos internacionais", disse Uribe em entrevista coletiva concedida em Lima. A Interpol concluiu em um relatório de mais de cem páginas que não houve nenhum tipo de alteração nos dados dos computadores do número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), morto em 1º de março durante uma operação militar da Colômbia em um acampamento de guerrilheiros no território equatoriano. "A Colômbia só quer que seus cidadãos possam viver livres do terrorismo e que ele não afete os países vizinhos", disse o presidente. No entanto, Uribe se recusou a responder a pergunta de um jornalista que mencionou a acusação feita por Hugo Chávez, presidente da Venezuela, de que o governante colombiano estaria promovendo um conflito bélico para justificar uma intervenção dos Estados Unidos.

Tudo o que sabemos sobre:
ColômbiaUribeInterpolFarc

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.