Irregularidades não devem anular votação no Haiti

A comissão que organiza as eleições não considera grave as denúncias realizadas por alguns candidatos

EFE,

29 de novembro de 2010 | 21h46

A missão de observação conjunta da Organização de Estados Americanos (OEA) e da Comunidade do Caribe (Caricom), que examinou as eleições realizadas no último domingo, 28, no Haiti, não considera que as irregularidades observadas justifiquem a anulação do processo.

 

"A missão conjunta não acredita que estas irregularidades, por graves que tenham sido algumas delas, invalidem necessariamente o processo", declarou Colin Granderson, chefe da missão de observação conjunta.

 

Ainda de acordo com Granderson, a petição de anulação da votação feita no domingo por doze dos dezenove candidatos à Presidência foi precipitado e lamentável, já que a lei eleitoral do país determina que a interrupção das votações, e uma das irregularidades denunciadas não correspondem a alguma razão de interrupção.

 

Ademais, solicitou aos candidatos que fizeram a denúncia, entre eles os favoritos Mirlande Manigat, Michel Martelly e Charles Henri, entregue as provas destas irregularidades ao Conselho Eleitoral para que se possa investigar.

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