Líder das Farc é condenado a 40 anos de prisão por massacre

Alfonso Cano e outros membros da guerrilha foram condenados por crimes cometidos em 2001

Efe

15 de julho de 2009 | 01h03

A Justiça colombiana condenou o principal comandante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Guillermo León Sáenz, conhecido como "Alfonso Cano", a 40 anos de prisão pela morte de 22 pessoas em 2001 no município de Tierra Alta (noroeste).

 

A sentença foi proferida na noite de terça-feira, 14. O tribunal da cidade de Montería considerou responsáveis pelo massacre, além de "Cano", Rodrigo Londoño (conhecido como Timochenko), Luciano Marín Arango (Ivan Márquez), Jorge Briceño Suárez (Mono Jojoy) e Jhoverman Sánchez (Manteco).

 

O massacre aconteceu entre 22 e 29 de maio de 2001, quando cerca de 200 guerrilheiros "assassinaram 22 pessoas ao considerá-las ajudantes de grupos de autodefesa (paramilitares)", assinalou a promotoria em comunicado. A condenação, segundo a promotoria, é resultado da intensificação do trabalho para fazer com que membros da cúpula das Farc, quando capturados, paguem com prisão severa por seus crimes.

 

Os membros do chamado Secretariado das Farc receberam dezenas de penas emitidas por diversos juízes, que os consideram responsáveis por vários crimes cometidos como chefes da organização rebelde colombiana.

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