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Lugo aceita fazer exame de DNA em processo de paternidade

Presidente paraguaio nega ter mantido relações com mulher que afirma ter filho de 6 anos com o ex-bispo

Efe,

05 de maio de 2009 | 07h23

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, expressou perante a Justiça sua disposição de se submeter a um exame de DNA, exigido por uma das mulheres que afirma ter tido um filho com o atual governante quando ele ainda era bispo. Benigna Leguizamón, de 27 anos, apresentou uma ação em 22 de abril na qual pede que o chefe de Estado reconheça a paternidade do filho que ambos teriam concebido juntos.

 

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O advogado de Lugo, Marcos Fariña, disse que o presidente manifestou na segunda-feira, 4, a intenção de se submeter ao procedimento no Juizado da Infância e da Adolescência de Ciudad del Este, a 330 quilômetros de Assunção. Fariña informou que Lugo negou, no comunicado, ter mantido relações com a mulher, e destacou que pediu que o exame de DNA fosse realizado no país, apesar da solicitação de Leguizamón para que uma das amostras fosse analisada em um laboratório estrangeiro.

 

Benigna assegura que o segundo de seus quatro filhos, Lucas Fernando, de seis anos, o qual foi concebido em San Pedro (centro), a região mais pobre do país e onde o agora chefe de Estado foi bispo por pouco mais de uma década, é fruto de uma relação com Lugo.

 

O caso de Leguizamón se soma ao reconhecimento legal realizado em 13 de abril pelo presidente do filho que teve com Viviana Carrillo, Guillermo Armindo, nascido em 4 de maio de 2007, cinco meses após ter renunciado ao estado clerical, em 21 de dezembro de 2006, para apostar na carreira política. Além disso, uma terceira mulher, Hortensia Morán Amarilla, de 39 anos, disse, em 22 de abril, que concebeu uma criança com o presidente, Juan Pablo, de um ano. No entanto, ela afirmou que não pretende levar Lugo à Justiça.

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