Manifestantes lembram morte de fundador das Farc em Caracas

Cerca de 100 pessoas participaram de passeata em memória de 'Marulanda'; houve protestos contra Uribe

Efe,

26 de março de 2009 | 19h21

Cerca de 100 pessoas lembraram nesta quinta-feira, 26, o primeiro aniversário da morte do fundador das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Pedro Antonio Marín, conhecido como "Manuel Marulanda Vélez" ou "Tirofijo", com uma passeata até a praça que leva seu nome em um bairro da capital venezuelana. A homenagem começou com os manifestantes depositando flores diante de uma estátua de Simón Bolívar, durante o que gritaram frases a favor do líder das Farc e contra as "políticas imperialistas" do governo colombiano e americano.

 

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Em seguida, os manifestantes caminharam em direção ao bairro de 23 de Enero, onde, em setembro, foi inaugurado um busto de Pedro Antonio Marín em uma praça em homenagem ao líder. "Se Manuel Marulanda não tivesse existido, teríamos tido que inventá-lo, é um símbolo da luta revolucionária na América Latina", afirmou à Agência Efe Carlos Casanueva, secretário-geral do Capítulo Venezuela da Coordenadoria Continental Bolivariana (CCB).

 

O dia, organizado pela CCB e pela Juventude do Partido Comunista da Venezuela, se insere dentro do Dia Internacional do Direito à Rebelião Armada, com eventos similares em Brasil, Uruguai, Chile, Argentina, Peru, Equador, Porto Rico, República Dominicana e México, segundo os organizadores.

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