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Missão humanitária parte para receber refém das Farc

Uma missão humanitária partiu na terça-feira para algum lugar na selva do sul da Colômbia em um dos dois helicópteros emprestados pelo Brasil para receber o último de dois reféns que a maior guerrilha de esquerda do país prometeu liberar.

REUTERS

30 de março de 2010 | 14h02

A missão humanitária, liderada pela senadora do Partido Liberal Piedad Córdoba e integrada por membros do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e da Igreja Católica, saiu do aeroporto da cidade, capital do Departamento de Caquetá, a 370 quilômetros ao sul de Bogotá.

"Estamos prontos para sair para buscar Pablo Emilio Moncayo", disse Córdoba antes de subir ao helicóptero.

O início da missão humanitária para receber o suboficial Moncayo, sequestrado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) por mais de 12 anos, foi atrasado em mais de duas horas devido às más condições climáticas na região onde deve acontecer a entrega.

Ainda assim, o helicóptero decolou em meio a uma forte chuva que, segundo os responsáveis, não coloca a missão em risco.

As Forças Armadas colombianas suspenderam por 36 horas, desde as 18h de segunda-feira (horário local), de suas operações militares, incluindo os sobrevoos, para facilitar a libertação de Moncayo, um dos reféns mais antigos no conflito interno colombiano.

Assim que for entregue à missão humanitária, Moncayo viajará de helicóptero a Florência, onde se reunirá com seus familiares antes de ser levado a um hospital em Bogotá.

Após a libertação de Moncayo, o que as Farc classificaram como um ato unilateral de paz, seguirão em poder dos guerrilheiros 22 membros do Exército e da polícia que os rebeldes querem trocar por centenas de guerrilheiros presos pelo governo por meio de um acordo humanitário.

(Reportagem de Herbert Villarraga em Florência e Luis Jaime Acosta em Bogotá)

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