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John Vizcaino/Reuters
John Vizcaino/Reuters

Moncayo teve leishmaniose seis vezes enquanto foi mantido refém

Sargento colombiano ficou mais de 12 anos preso na selva pelas Farc

estadão.com.br

31 de março de 2010 | 14h07

BOGOTÁ - O sargento colombiano Pablo Emilio Moncayo, libertado na terça-feira após ser mantido por 12 anos em cativeiro pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), teve leishmaniose seis vezes durante seu sequestro, revelaram nesta quarta-feira, 31, os médicos que receberam o ex-refém. Os profissionais, porém, informaram que o estado físico e mental dele está bom, segundo a agência AFP.

 

"Moncayo teve leishmaniose seis vezes, infecções que felizmente foram controladas de forma satisfatória", disse Nohra Rodríguez, diretora do Hospital Militar de Bogotá. "Entre os antecedentes importantes que apresentou se encontra uma lesão que gerou sequelas na perna direita e hipoglicemia", disse a médica.

 

Moncayo, que "mentalmente se encontra bem", foi examinado no Hospital Militar da noite de terça, mas dormiu com seus familiares em um hotel de Bogotá e passará o dia com eles, segundo a médica. Posteriormente, o sargento será submetido a mais uma bateria de exames.

 

Moncayo, de 32 anos, foi sequestrado pelas Farc no dia 21 de dezembro de 1997, junto com o sargento Libio Martínez, que ainda permanece em cativeiro. Ele foi liberado unilateral pelos guerrilheiros, que o entregaram a uma missão humanitária formada pela senadora Piedad Córdoba, enviados da Cruz Vermelha Internacional e militares brasileiros e colombianos.

 

A leishmaniose, infecção contraída por Moncayo, é transmitida pela picada de certas espécies de mosquitos que existem principalmente em florestas densas como a Amazônia. A doença causa o aparecimento de feridas na pele do infectado.

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