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Muro não é solução para problema migratório, admite Hillary

EUA já construíram barreira de 965 km na fronteira com México para bloquear fluxo de pessoas, drogas e armas

Efe,

26 de março de 2009 | 16h51

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, afirmou que o muro fronteiriço que seu país está construindo na fronteira com o México para bloquear os fluxos ilegais de pessoas, drogas e armas "não resolve o problema", segundo uma entrevista publicada nesta quinta-feira, 26, pelo jornal Milênio.

 

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No entanto, a chefe da diplomacia americana, que termina nesta quinta uma visita oficial de dois dias ao México, disse ao jornal mexicano que, "em algumas partes de nossa fronteira, que são muito isoladas, pode ser que (o muro) proporcione um pouco de ajuda."

 

Os Estados Unidos já construíram 965 quilômetros de um muro fronteiriço, o que produziu fortes críticas de vários países latino-americanos quando foi anunciada a edificação, mas faltam completar ainda cerca de 112 quilômetros de infraestrutura.

 

A maior parte dessa estrutura limítrofe foi erguida durante a administração do ex-presidente George W. Bush, presidente de janeiro de 2001 ao mesmo mês de 2009. "Vamos nos fixar bem no muro: onde foi construído, como foi construído, e vamos tentar idealizar melhores soluções que as que foram ensaiadas antes", disse Hillary, que visitou nesta quinta na capital mexicana, o centro de comando da Polícia Federal, a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, e viajou depois à cidade de Monterrey.

 

A funcionária americana afirmou que "a reforma integral da imigração é uma alta prioridade do governo do presidente (Barack) Obama", ao ponto que "compete pela atenção com a economia, que está tão grave". Hillary disse que todos na Administração de Obama "estão lutando para recuperar a economia, mas não vamos nos dar por vencidos com a reforma migratória."

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