No Equador, Correa é monitorado por suspeita de gripe A H1N1

Chefe do grupo de segurança presidencial foi infectado pelo vírus, que foi contraído por 682 e matou 21 no país

Agência Estado e Associated Press,

13 de agosto de 2009 | 15h41

O presidente do Equador, Rafael Correa, foi colocado sob observação, logo após um funcionário da equipe de segurança de seu palácio contrair a gripe A H1N1. O subsecretário de Saúde, Marcelo Aguilar, disse à rádio Sonorama que foram tomadas "ações de controle adequadas às pessoas que tiveram contato" com o enfermo.

 

"Todas as pessoas que estiveram perto (do funcionário), incluído o senhor presidente (Rafael Correa), têm as recomendações... de se fazer uma observação durante vários dias ainda, porque o contágio pode se dar até sete dias depois", declarou Aguilar.

 

O contagiado é chefe do grupo de segurança presidencial e permanece isolado no hospital militar de Quito, segundo versões da imprensa. Desde a confirmação do primeiro caso no país de gripe A H1N1, em 15 de maio, já foram confirmados 682 casos e 21 mortes no Equador, segundo dados oficiais.

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