OMS pede reforço médico no Haiti por 'pelo menos seis meses'

Hospitais que não funcionam precisam ser substituídos; maior parte dos serviços foi destruída no terremoto

Agência Estado,

17 de fevereiro de 2010 | 13h46

A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu, nesta quarta-feira, que as agências de auxílio médico permaneçam no Haiti o máximo de tempo possível. A OMS lembrou que essas entidades são cruciais no esforço de reconstrução, após o violento terremoto do dia 12 de janeiro.

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"Nossa preocupação é pedir aos parceiros maiores que levem auxílio para lá o máximo possível, pelo menos seis meses", disse Henriette Chamouillet, representante da OMS no Haiti. "É absolutamente necessário, porque temos que substituir hospitais que não funcionam", notou ela, em Genebra.

 

A maioria do serviço médico na capital Porto Príncipe e ao sul dessa cidade foi destruída ou danificada pelo terremoto de magnitude 7,0 na escala Richter. O terremoto matou mais de 200 mil pessoas e feriu outras 300 mil.

 

Henriette disse que deve levar vários meses para que pelo menos os hospitais danificados possam voltar a funcionar. Equipes médicas estrangeiras também precisam reforçar o atendimento em outras partes do país, após aproximadamente 500 mil pessoas buscarem abrigo fora da capital, lembra a funcionária. As informações são da Dow Jones.

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