Para ex-líderes colombianos, negociar é única saída para Farc

César Gaviria, Ernesto Samper e Andrés Pastrana destacaram o êxito da operação do governo de Àlvaro Uribe

Efe,

03 de julho de 2008 | 11h47

Os ex-presidentes colombianos César Gaviria, Ernesto Samper e Andrés Pastrana afirmaram nesta quinta-feira, 3, que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) não têm mais saída a não ser depor as armas e negociar, após o resgate na quarta de 15 reféns pelo Exército.  Veja também:Ingrid Betancourt chega à França nesta sexta-feiraResgate foi absolutamente impecável, diz IngridQuem são os ex-reféns libertados pelo Exército colombianoO drama de IngridPor dentro das Farc Histórico dos conflitos armados na região   Cronologia do seqüestro de Ingrid BetancourtLeia tudo o que foi publicado sobre o caso Ingrid Betancourt Os ex-líderes destacaram a operação do governo do presidente Álvaro Uribe e das Forças Militares na qual foram resgatados a ex-candidata presidencial Ingrid Betancourt, os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves, e onze militares. Gaviria, que foi presidente entre 1990 e 1994, destacou em declarações às emissoras locais "o significativo êxito do governo do presidente Uribe". Samper (1994-1998) disse que é preciso "reconhecer que foi uma operação bem-sucedida", mas lembrou que ainda há seqüestrados pelos quais é preciso trabalhar. Já Pastrana (1998-2002) considerou que agora "começará um julgamento político do novo chefe das Farc", Guillermo León Sáenz, conhecido como "Alfonso Cano", que assumiu o comando depois da morte, em março passado, do fundador do grupo, Pedro Antonio Marí, mais conhecido como "Manuel Marulanda" ou "Tirofijo".

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