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'Para me derrubar, terão que me tirar morto', diz Evo

Presidente da Bolívia acusa setores conservadores de tentar derrubar o Executivo do país

Efe,

22 de dezembro de 2007 | 21h00

O presidente da Bolívia, Evo Morales, advertiu neste sábado, 22, aos setores conservadores de seu país, afirmando que se alguém tentar derrubá-lo terá que "tirá-lo morto do governo". Evo acusa a oposição de tentar derrubar o Executivo, e afirmou que terão que tirá-lo "morto" do Palácio de Governo.   "Enquanto for presidente constitucional, se tentarem me derrubar, terão que me tirar morto do Palácio de Governo", afirmou Morales, em discurso pronunciado perante centenas de mineiros na cidade de Llallagua, no departamento andino de Potosí.   "Não temos nenhum medo dos oligarcas", disse o presidente, que denunciou em diversas ocasiões uma conspiração da oposição para tentar derrubá-lo. "A direita, os conservadores, os serventes do imperialismo americano estão batendo na porta das Forças Armadas", disse Morales.   Em novembro, o presidente afirmou que o plano seria impulsionado não só pelos setores opositores de seu país, mas também pelos Estados Unidos e pelo ex-presidente espanhol José María Aznar e seu Partido Popular (PP).

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