Peru prorroga estado de emergência em regiões de guerrilha

Medida foi tomada após o segundo atentado às forças de segurança do país em menos de duas semanas

Marco Aquino, Reuters,

16 de novembro de 2007 | 19h38

O governo do Peru prorrogou por mais 60 dias o estado de emergência em quatro regiões andinas do país onde operam a guerrilha e o narcotráfico. Além do decreto de prorrogação, firmado pelo presidente Alan Garcia, foi estipulado em outra resolução que as Forças Armadas do Peru assumirão o controle das zonas de emergência.   Quatro policiais morreram e dois ficaram feridos na terça-feira em um ataque a um grupo armado na região de Huancavelica, a 445 quilômetros ao sudeste de Lima. Foi o segundo atentado às forças de segurança em menos de duas semanas.   A ampliação do estado de emergência inclui a zona do último ataque em Huancavelica e várias localidades nas regiões de Junín, Cuzco e Ayacucho, esta última há quase três décadas sob o grupo maoísta Sendero Luminoso, cujos remanescentes atuam em aliança com o narcotráfico, de acordo com o governo peruano.   O governo tem afirmado que os recentes ataques não representam uma volta do terrorismo no Peru, e sim ações isoladas de um grupo "narcoterrorista" armado que se converteu em guardião do tráfico de drogas.  

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