GERARDO MARTINEZ/EFE
GERARDO MARTINEZ/EFE

Polícia chilena detém suspeitos de ligação com atentado no metrô

Três pessoas foram presas após a polícia receber a informação de que novos ataques poderiam ocorrer nesta quinta e na sexta-feira

O Estado de S. Paulo

18 de setembro de 2014 | 15h59


SANTIAGO DO CHILE - A polícia chilena deteve na madrugada desta quinta-feira, 18, três pessoas suspeitas de ligação com os recentes ataques com bombas na capital do país, informou o ministro chileno do Interior, Rodrigo Peñailillo.

Os suspeitos, dois homens e uma mulher que não tiveram as identidades reveladas, foram detidos em suas casas em Santiago. "Recebemos com satisfação a notícia da prisão de três supostos participantes dos atos terroristas que aconteceram nos últimos meses", disse Peñailillo.

Mais de 200 policiais participaram da operação, que realizou uma vistoria em seis casas localizadas nos municípios de La Granja, San Bernardo e La Pintana.

No início do mês, uma bomba de fabricação caseira foi detonada no centro comercial da estação de metrô Escuela Militar, em Santiago, deixando 14 pessoas feridas.

O promotor-chefe Raúl Guzmán detalhou que os suspeitos pertencem a "uma célula bastante compacta e hermética" e as investigações são "complexas". Segundo Guzmán, as investigações para determinar se existem outras pessoas responsáveis pelos ataques continuam.

As autoridades não deram detalhes de quando os detidos seriam apresentados à Justiça. Segundo meios de comunicação locais, ao menos um dos suspeitos estaria envolvido na instalação da bomba no centro comercial.

As detenções ocorreram após a polícia receber informações de que novos ataques poderiam ocorrer nesta quinta, durante o "Te Deum", culto ecumênico na Catedral Metropolitana, e na sexta-feira no Parque O'Higgins, quando ocorrerá uma parada militar. / AP e EFE

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