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Procuradoria pede prisão preventiva a 10 prefeitos no México

Eles são acusados de vínculo com narcotráfico; há 'indícios firmes' de responsabilidade, diz procurador-geral

Efe,

29 de maio de 2009 | 17h44

A Procuradoria Geral do México pediu nesta sexta-feira, 29, a prisão preventiva dos dez prefeitos e 19 funcionários e ex-funcionários públicos detidos esta semana no estado de Michoacán, no oeste do país, por possíveis vínculos com o narcotráfico. O anúncio foi feito pelo procurador-geral, Eduardo Medina Mora, em coletiva de imprensa em que explicou que o juiz do caso decidirá se a medida cautelar procede.

 

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"Esperamos que a Justiça resolva sobre essa medida cautelar no já nas próximas horas", acrescentou Medina Mora. Segundo o procurador, existem "indícios firmes de responsabilidade" nas acusações de todos os detidos.

 

O procurador disse que desde que o presidente Felipe Calderón chegou ao poder, em dezembro de 2006, foram detidos 573 servidores públicos de instituições de segurança e justiça nos três níveis de governo (federal, estadual e municipal) por vínculo com o narcotráfico.

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