Protesto contra violência no México

Em universidade, manifestação pede o fim da violência após assassinato de estudante

Efe e Reuters, CIUDAD JUÁREZ, México

16 de outubro de 2010 | 02h34

 

Edgar Montelongo/Reuters

 

Multidão em torno de uma pomba da paz feita de velas no pátio da Universidade de Nuevo Leon durante um protesto contra a violência e em memória da estudante universitária assassinada Lucila Quintanilla em Monterrey, nesta sexta-feira, 15 de outubro. A cidade que já foi um oásis de calma, a mais rica do México, hoje é centro de uma batalha sangrenta que envolve os cartéis de drogas que abrem fogo nas ruas e lançam granadas nas avenidas mais movimentadas.

 

Mais mortes: Chihuahua e Jalisco

 

Em Chihuahua, capital do estado homônimo, quatro corpos foram encontrados de manhã, dois deles pendurados em pontes. Os dois outros foram achados cobertos. Aparentemente foram baleados ao lado de uma escola.

 

Em outros incidentes, outras quatro pessoas morreram no município de Atotonilco, no estado de Jalisco, oeste do México, informou a Promotoria de Justiça do Estado em comunicado.

 

De acordo com a Promotoria, os corpos estavam com as mãos amarradas e com marcas de bala, tal como reportaram os policiais municipais que os encontraram, em um rancho na estrada.

 

Ciudad Juárez

 

Segundo fontes da Promotoria de Justiça, um tiroteio em Ciudad Juárez, na fronteira com os Estados Unidos, deixou quatro mortos e três feridos.

 

A Polícia local indicou que as vítimas do tiroteio estavam festejando no pátio de uma casa no centro da cidade quando um suposto grupo criminoso entrou no local e disparou.

 

Guadalupe e Práxedis

 

Além disso, quatro pessoas foram assassinadas a tiros em uma estrada entre as localidades de Guadalupe e Práxedis, próximas a Ciudad Juárez.

 

Segundo as autoridades, os assassinos retiraram as vítimas de um veículo e depois atiraram nelas na estrada.

 

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