Rádio Caracol nega ter recebido ameaças

Sede da emissora foi atingida por explosão de carro-bomba em Bogotá nesta quinta-feira

estadão.com.br

12 de agosto de 2010 | 14h37

BOGOTÁ - A Rádio Caracol, cuja sede foi danificada por conta da explosão de um carro-bomba, negou nesta quinta-feira, 12, ter recebido ameaças nos dias mais recentes, segundo informação passadas por seu diretor, Ricardo Alarcón, à agência de notícias AFP.

 

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"Não, definitivamente não", disse Alarcón em uma entrevista ao ser questionado sobre possíveis ameaças feitas há alguns dias que justificariam o atentado desta quinta. "Há épocas de ameaças e outras de tranquilidade. Esses últimos dias foram bem tranquilos", disse.

 

A Rádio Caracol faz parte de um dos grandes grupos privados de rádio e televisão da Colômbia. A emissora transmite programas de opinião e boletins diários. "Aparentemente, sofremos os mesmos danos que o resto da vizinhança. Lamentamos muito e agradecemos que não houve danos pessoais maiores", acrescentou Alarcón.

 

A explosão desta quinta deixou nove pessoas feridas, das quais três foram levadas a hospitais. Os edifícios da região sofreram danos superficiais, como a quebra de vidros e janelas, e as estruturas não foram danificadas.

 

O presidente Juan Manuel Santos, que tomou posse no último sábado, compareceu ao local do ataque. Lá, ele disse que o episódio se tratou de um "atentado terrorista" e prometeu não "baixar a guarda quanto à segurança democrática".

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