Mauricio Dueñas/Efe
Mauricio Dueñas/Efe

Secretário de Defesa dos EUA garante continuidade de ajuda à Colômbia

Desde 2000, EUA já destinaram US$ 7 bi à Colômbia para combate ao narcotráfico e às Farc

15 de abril de 2010 | 18h25

Associated Press

 

BOGOTÁ- O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, garantiu nesta quinta-feira, 15, a continuidade da ajuda americana enviada ao país, independentemente de quem for o vencedor das eleições presidenciais de maio.

 

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Gates, em visita a Bogotá, disse que Washington ajudará no envio de grupo militar colombiano do Afeganistão.

 

O alto funcionário, que chegou na quarta à capital colombiana, se reuniu com o presidente Álvaro Uribe, e anteriormente com seu colega de Defesa, Gabriel Silva.

 

Em uma coletiva de imprensa conjunta na sede do governo colombiano, Gates reiterou "nosso compromisso de trabalhar unidos com quem quer que os suceda nas próximas eleições" de 30 de maio.

 

"Nossa contínua cooperação bilateral de defesa é vital para nossas duas nações", disse Gates.

 

Desde o fim de 2008 a Colômbia e os Estados Unidos, juntamente com a Otan, analisam a possibilidade de que entre 200 a 500 soldados colombianos se unam a um contingente comandado pela Espanha na Força Internacional de Assistência à Segurança no Afeganistão(Isaf).

 

Chefes militares colombianos afirmaram que a demora na decisão final do envio está, entre outros pontos, no pedido de que as tropas colombianas tenham imunidade, da mesmas forma que as americanas.

 

Os Estados Unidos destinaram ao menos US$ 7 bilhões à Colômbia para o combate ao narcotráfico e às Farc desde 2000, segundo a embaixadora colombiana em Washington, Carolina Barco.

 

 

Gates afirmou que a advertência contra viagens de cidadãos à Venezuela emitida pela Colômbia é uma "prova" da preocupação do governo colombiano."Claramente, é uma manifestação de preocupação por parte do governo colombiano", disse.

 

A chancelaria colombiana emitiu na quarta à noite uma advertência a seus cidadãos sobre os riscos de viajarem à Venezuela, após a detenção de oito colombianos em território venezuelano sob acusação de espionagem.

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