Segurança de candidato colombiano é reforçada após ameaças das Farc

Gustavo Petro, aspirante esquerdista à presidência, recebeu ameaças de morte da guerrilha

Efe,

23 Maio 2010 | 21h26

BOGOTÁ- A segurança do candidato presidencial colombiano Gustavo Petro foi reforçada ante supostas ameaças de morte feitas pelas Farc, segundo afirmaram neste domingo, 23, fontes de órgãos de inteligência.

 

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O candidato esquerdista do Pólo Democrático Alternativo (PDA) foi advertido por José Luis Aguilar Pinzón, chefe do escritório de Proteção Especial do Departamento Administrativo de Segurança (DAS), por meio de uma carta.

 

Petro foi informado de que a procuradora Flor Pérez de Cabezas "solicitou imediatamente a realização de um estudo de segurança e nível de risco" para o político.

 

A procuradora teve "conhecimento de um suposto atentado contra Petro, ao parecer por parte das Farc", acrescentou o texto.

 

Petro reconheceu que há "um plano de assassinato das Farc contra minha pessoa" e anunciou que irá investigá-lo e "tomar as medidas adequadas de segurança no que resta da campanha".

 

Gustavo Petro é um dos nove candidatos que tentarão suceder o presidente Álvaro Uribe a partir de 7 de agosto.

 

Os colombianos irão às urnas no próximo domingo, e, segundo pesquisas, regressarão três semanas depois, em 20 de junho, em um segundo turno entre os dois mais votados.

 

Os favoritos são o ex-prefeito de Bogotá Antanas Mockus, do Partido Verde, e o governista ex-ministro de Defesa Juan Manuel Santos, do Partido Social de Unidade Nacional, ou Partido do U.

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