Senadora colombiana destituída diz que seguirá atuando pela paz

A senadora colombiana Piedad Córdoba, que nesta semana foi destituída do cargo pela Procuradoria Geral e teve os direitos políticos cassados por 18 anos, afirmou na terça-feira que continuará lutando pela paz e pela libertação de reféns, mesmo que seja presa por isso.

REUTERS

28 de setembro de 2010 | 17h38

Segundo a decisão do procurador Alejandro Ordóñez, a parlamentar do Partido Liberal promoveu e colaborou com a guerrilha Farc em suas mediações pela libertação de reféns do grupo.

Córdoba se disse inocente e afirmou nunca ter feito nada às escondidas. "Esse é o preço que temos de pagar por lutarmos pela paz, pela liberdade dos cativos, pelos sequestrados e pelas sequestradas", disse ela em entrevista coletiva.

A investigação contra a senadora se originou em arquivos encontrados nos computadores de Raúl Reyes, comandante das Farc morto em março de 2008. Nesses documentos, ela seria identificada como Teodora, Teodora de Bolívar, La Negra e La Negrita.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

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